quarta-feira, 29 de julho de 2009
Blog da Petrobras desmente manchete da Folha de S.Paulo
Leia abaixo nota publicada nesta segunda-feira (27) no Blog Fatos e Dados, da Petrobras:
Na matéria “Devedora da União recebe R$ 203 mi da Petrobras” (27/7, pág. A4), a Folha de São Paulo constrói uma tese, a partir de sua manchete, de que a Petrobras fez contratos com empresas devedoras da União. Na verdade, a Petrobras só tem relação comercial atualmente com a Protemp SG Prestação de Serviços, cujo último contrato foi assinado em outubro de 2008, mediante apresentação de todos os documentos exigidos pela legislação vigente.
A Protemp SG Prestação de Serviços Limitada reiterou hoje, por meio de carta encaminhada à Petrobras, que não tem débito de nenhuma natureza, seja fiscal, previdenciário, com fornecedores ou empregados. Durante a vigência dos contratos anteriores com as empresas Protemp SG Mão de Obra Temporária Ltda. e Protemp Sertviços Empresariais Ltda. também não existiam débitos junto ao INSS e FGTS e as certidões negativas foram apresentadas. Portanto, a Petrobras não celebra contratos com empresas devedoras da União.
Para ler a matéria da Folha clique aqui
Governo lançará novo PAC para o período 2011-2015, anuncia Lula na Paraíba
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta terça-feira (28) que vai lançar um novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em fevereiro do ano que vem, com um pacote de obras para o período 2011-2015.
Segundo ele, o objetivo é deixar as coisas aprovadas, para que o futuro governo não tenha de "começar do zero".
Em discurso na cidade de Campina Grande, onde inaugurou o campus do Instituto Federal da Paraíba, Lula disse que o Brasil terá um crescimento "surpreendente" no próximo ano.
Ele atribuiu parte da crise econômica ao pânico e lembrou que, nos encontros que tem tido com governantes de outros países, como os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da França, Nicolas Sarkozy, só tem ouvido elogios à política econômica do Brasil. "E só tende a melhorar, não pense que há espaço para piorar", afirmou.O presidente criticou a oposição, que torce para que o Brasil não dê certo. "Eles têm que saber uma coisa: primeiro, que não sou mais candidato e, segundo, se o Brasil for mal, não será ruim para o Lula, para a Dilma, para o Fernando Haddad. Será ruim para a parte mais pobre deste país." Haddad, ministro da Educação, e Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil, participaram da cerimônia.
O campus do Instituto Federal da Paraíba é uma escola técnica com cursos de nível médio em áreas como informática e mineração e curso superior de tecnologia em telemática.À tarde, o presidente deve participar da inauguração de um trecho de 46 quilômetros da BR-230, completando a duplicação da rodovia entre João Pessoa e Campina Grande. A obra abrange 112,3 quilômetros da rodovia.
www.pt.org.br
Ombudsman critica reportagem da Folha sobre surto da gripe suína
No último domingo (26), o ombudsman da Folha de S.Paulo, Carlos Eduardo Lins da Silva publicou um artigo em que critica reportagem do jornal sobre o surto do vírus H1N1 no Brasil. Segundo ele, a matéria "Gripe pode afetar até 67 milhões de brasileiros em oito semanas", publicada em 19 de julho, caracteriza-se como "um dos mais graves erros jornalísticos cometidos por este jornal", desde que assumiu o cargo, em abril de 2008.
Lins relatou que a reportagem, assinada pelo articulista Helio Scwartsman, baseou-se de forma equivocada em um estudo matemático do Ministério da Saúde, datado de 2006, para levantar o possível número de contágios para o vírus Influenza nos próximos dois meses. No artigo, o ombudsman questiona alerta exposto pelo autor da matéria, que pede "cuidados" para não extrapolar os dados para o atual surto de H1N1.
"Ora, se era preciso cautela, por que o jornal foi tão imprudente?", escreveu Lins, citando ainda a opinião de um leitor, enviada ao veículo por carta. "Já que não tem base em nada nas circunstâncias atuais, qual a relevância de publicar algo que evidentemente só pode causar pânico numa população que já está abarrotando os postos de saúde por causa da gripe, quando os casos mal passam do milhar?" parafraseou o ombudsman.
Para Lins, a publicação da reportagem levou os leitores a questionar um possível contágio da gripe. Segundo ele, "quem estivesse febril com tosse ao abrir o jornal pode ter procurado assistência médica".
Ao final, o ombudsman ainda critica o veículo, por não ter admitido erro no embasamento da pesquisa. Lins afirma que, em resposta à solicitação do Ministério da Saúde, a Redação da Folha de S.Paulo considerou "adequada" a reportagem e que "informar a genealogia do estudo na chamada teria sido interessante, mas não era absolutamente essencial".
Redação Portal IMPRENSA
Lins relatou que a reportagem, assinada pelo articulista Helio Scwartsman, baseou-se de forma equivocada em um estudo matemático do Ministério da Saúde, datado de 2006, para levantar o possível número de contágios para o vírus Influenza nos próximos dois meses. No artigo, o ombudsman questiona alerta exposto pelo autor da matéria, que pede "cuidados" para não extrapolar os dados para o atual surto de H1N1.
"Ora, se era preciso cautela, por que o jornal foi tão imprudente?", escreveu Lins, citando ainda a opinião de um leitor, enviada ao veículo por carta. "Já que não tem base em nada nas circunstâncias atuais, qual a relevância de publicar algo que evidentemente só pode causar pânico numa população que já está abarrotando os postos de saúde por causa da gripe, quando os casos mal passam do milhar?" parafraseou o ombudsman.
Para Lins, a publicação da reportagem levou os leitores a questionar um possível contágio da gripe. Segundo ele, "quem estivesse febril com tosse ao abrir o jornal pode ter procurado assistência médica".
Ao final, o ombudsman ainda critica o veículo, por não ter admitido erro no embasamento da pesquisa. Lins afirma que, em resposta à solicitação do Ministério da Saúde, a Redação da Folha de S.Paulo considerou "adequada" a reportagem e que "informar a genealogia do estudo na chamada teria sido interessante, mas não era absolutamente essencial".
Redação Portal IMPRENSA
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Jornalismo de saúde é uma área em que não dá para, no dia seguinte, simplesmente dizer: erramos.
A essa altura, devido à reportagem malfeita por incompetência e/ou má-fé, muitas pessoas assumiram como verdadeira a informação mentirosa, distorcida, equivocada; algumas já tomaram o caminho errado.
Minimizar o estrago não é fácil; revertê-lo 100%, impossível.
A Folha de S. Paulo não aprendeu isso com a febre amarela, quando cometeu – junto com o restante da mídia corporativa – um verdadeiro crime contra a saúde pública dos brasileiros.
No domingo passado, 19 de julho, reincidiu: “Reportagem da Folha sobre gripe suína é totalmente furada; uma irresponsabilidade”.Só para relembrar, a chamada de capa era taxativa: Gripe suína deve atingir ao menos 35 milhões no país em 2 meses. A interna, da matéria propriamente dita, chutava bem mais alto: Gripe pode afetar até 67 milhões de brasileiros em oito semanasAo descer os olhos pela matéria, se descobria que os cálculos da reportagem se basearam num estudo de 2006 que visava o vírus H5N1, responsável pela gripe aviária. Não tem nada a ver com o vírus H1N1, causador da influenza A, também chamada de gripe A, nova gripe ou gripe suína.Para alguém com informação na área de saúde ou médica, a estupidez do artigo e a intenção de disseminar o pânico eram flagrantes. Mas para a população em geral, não. O risco era provocar uma corrida desnecessária aos hospitais.O Viomundo entrevistou o dr. Eduardo Hage, diretor da Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde. Foi o mesmo entrevistado pela Folha. As suspeitas se confirmaram.“A reportagem da Folha do domingo [19 de julho] da Folha sobre gripe suína é totalmente furada”, alertou Eduardo Hage. “Uma irresponsabilidade.”
“Há um erro capital na reportagem, e jornalista foi alertado”, revelou o dr. Hage. “Os parâmetros do estudo do vírus H5N1 não valem para a nova gripe. Mesmo assim, o jornalista utilizou parâmetros do estudo para o vírus H5N1 para calcular quantas pessoas poderiam ser infectadas pelo novo vírus, quantas precisariam de cuidados médicos e quantas seriam internadas por complicações da doença.”
“Os parâmetros utilizados pela Folha de S. Paulo não têm base epidemiológica, estatística. É pura ilação, sem qualquer base científica. Foi um chute a quilômetros de distância do alvo”, acrescentou Hage. “Só espero que esses cálculos equivocados não sejam uma tentativa de gerar desinformação, como aconteceu na febre amarela.”
No próprio domingo, o Ministério da Saúde, por meio da sua assessoria de imprensa, enviou carta ao Painel do Leitor, na tentativa de restabelecer a verdade dos fatos. Foi publicada na edição de segunda-feira. “Não há modelos matemáticos disponíveis no mundo para se realizar uma projeção sobre o número de pessoas que serão afetadas pela influenza A”; “Todos os cálculos…, utilizados pela reportagem, são referentes a uma possível pandemia da gripe aviária, causado pelo vírus H5N1, entre outras. Os parâmetros não são válidos para a influenza A (H1N1).”
Ficou por isso mesmo. Mais uma vez o autor da matéria ignorou o alerta. Em resposta à carta do Ministério da Saúde, ele responde sem responder, subestimando a inteligência dos leitores, como se todos fossem idiotas.
Neste domingo, ao ler a coluna Ombudsman, assinada pelo jornalista Carlos Eduardo Lins e Silva, uma grata surpresa, a começar pelo título — No limite da irresponsabilidade.
No primeiro parágrafo, Carlos Eduardo diz tudo:
“A REPORTAGEM e principalmente a chamada de capa sobre a gripe A (H1N1) no domingo passado constituem um dos mais graves erros jornalísticos cometidos por este jornal desde que assumi o cargo, em abril de 2008”.
Na sequência, arrola preocupações levantadas pelo Viomundo:
“É quase impossível ler isso [número de brasileiros que poderiam ser afetados e os de hospitalizações] e não se alarmar. Está mais do que implícito que o modelo matemático citado decorre de estudos feitos a partir dos casos já constatados de gripe A (H1N1) no Brasil.
Mas não. Quem foi à página C5 (e não C4 para onde erradamente a chamada remetia) descobriu que o tal modelo matemático, publicado em abril de 2006, foi baseado em dados de pandemias anteriores e visavam formular cenários para a gripe aviária (H5N1).Ali, o texto dizia que “por ser um esquema genérico e não um estudo específico para o atual vírus, são necessários alguns cuidados ao extrapolá-lo para o presente surto”.
Ora, se era preciso cautela, por que o jornal foi tão imprudente?”
Vários leitores se manifestaram ao ombudsman sobre a matéria: “leviana e irresponsável”; “se o objetivo do jornal era espalhar pânico, conseguiu o intento”; “trata-se claramente de sensacionalismo.”
“O pior”, termina Carlos Eduardo, “é que a Redação não admite o erro.”
O dr. Eduardo Hage alertou para o erro, o jornalista ignorou e foi em frente. O Ministério da Saúde mandou a carta ao jornal, ele deu ombros. O ombdusman cobrou, a redação não admitiu o erro.
Na certa, a esta altura, alguns devem estar me cobrando: “Se jornalismo de saúde é uma área em que não dá para simplesmente dizer ‘erramos’, como fica a Folha que nem admite o erro?”
Saúde é uma área em que não dá mesmo para a gente errar. Por isso, temos que ser extremamente cuidadosos, responsáveis, éticos. Afinal, estamos lidamos com o bem mais precioso de todo mundo: a vida.
Mas errar acontece. Aí, temos que irremediavelmente assumir o erro, destacando o equívoco e mostrando a informação correta. É o único de minimizar os “efeitos colaterais”.
Agora, errar é humano, perseverar no erro é burrice, diz o ditado popular. No caso da Folha, perseverar no erro parece má-fé. Reforça a hipótese de que o objetivo era gerar pânico na população, promover corrida aos hospitais e, aí, jogar a conta nas costas do governo federal.
Uma decisão que não foi do jornalista arrogante nem da redação, mas provavelmente do dono da Folha, Octávio Frias Filho, que nunca faria isso se tivesse, de fato, o rabo preso com leitores.
Será por que o ministro José Gomes Temporão é do ramo e está fazendo uma gestão competente e transparente, deixando no chinelo o ex-ministro José Serra?
Será que se o ministro atual fosse o governador José Serra isso teria acontecido?
Será que a intenção era tirar o foco de São Paulo e Rio Grande do Sul, estados com maior número de casos até o momento e governados pelo PSDB?
Será…? Será…? Será…? Não faltam conjecturas.
O fato é que se o jornalista Hélio Schwartsman, autor da matéria, e o senhor Otavinho tivessem passado, pelo menos, UMA HORA das suas vidas num pronto-socorro, como o do Hospital das Clínicas de São Paulo ou do Hospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro, não teriam sido tão levianos, irresponsáveis e inconsequentes com a saúde da população, inclusive a dos leitores da Folha.
Fazer política com notícias de saúde pode ser fatal. Afinal, jornalismo porco na área de saúde causa doenças físicas e emocionais, efeitos colaterais graves e pode até matar.
(*) Folha é aquele jornal da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.
(**) Conceição Lemes é jornalista especializada em Medicina e Saúde.
Clique aqui para ler sobre a última da Folha (*): o crime de lesa-jornalismo, ou seja, a entrevista com Fernandinho Beira Mar, de responsabilidade do Otavinho
domingo, 26 de julho de 2009
PSB conta com ABCD para eleger Ciro Gomes governador
Encontro regional do partido aconteceu em Diadema e lideranças das sete cidades.
O Encontro Regional do PSB (Partido Socialista Brasileiro) aconteceu neste sábado (25/07) na Câmara de Diadema com aproximadamente 300 militantes e simpatizantes. O enfoque do debate foi a possível candidatura do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) como governador do Estado de São Paulo.“A Região muito contribuiu para o crescimento do PSB, não apenas pelo grande mandato do eterno prefeito Willian Dib, mas também por termos eleito um prefeito em Diadema bem no começo do partido”, declarou o presidente estadual do partido, o deputado federal Márcio França (PSB-SP). Durante o encontro, vereadores, simpatizantes, militantes e autoridades discutiram as ações do partido para o ano que vem, e ressaltaram a importância do apoio do ABCD. “Hoje temos 16 vereadores do PSB se somarmos toda a Região. Isso significa um número altíssimo de votos. A Região tem que ser um braço do nosso partido”, afirmou o ex-prefeito de São Bernardo, Willian Dib.Sobre a possibilidade de lançar Ciro Gomes como candidato a governador de São Paulo no ano que vem, França foi enfático: “pelo menos 80% da parte sensata do PT apoiaria nossa decisão, eu falei pessoalmente com o presidente Lula e ele recebeu muito bem a idéia”. O presidente do PSB paullista completou que as eleições no Estado de São Paulo estão parecendo um "acarajé sem tempero", "A vinda do Ciro irá colocar pimenta na receita. Temos grandes chances de ganhar, por isso os ‘tucanos’ estão com medo”, garantiu.Novidades – O encontro regional também serviu para a apresentação de uma iniciativa do Partido Socialista Brasileiro: a faculdade de Administração Pública, que será realizada virtualmente, terá duração de quatro anos e é reconhecida pelo MEC. “Muitos partidos oferecem cursos, mas nós iremos oferecer gratuitamente, a militantes e não militantes, uma faculdade de administração pública, porque queremos cuidar dos nossos políticos, cuidar para que eles sejam bons e eficazes, estamos constuindo um futuro”, explicou França.A faculdade faz parte do projeto João Mangabeira, iniciativa do partido. “Nessa faculdade, teremos os melhores professores, ensinaremos o melhor aos alunos, por exemplo, que melhor para falar sobre políticas públicas de saúde do que o Dr. Dib? E os nossos alunos terão aula com ele”, esclareceu. “E será com essa construção de bons políticos que iremos fortalecer ainda mais esse partido que conquista tanto espaço dentro do ABCD, de São Paulo e do Brasil”, finalizou.
www.abcdmaior.com.br
O Encontro Regional do PSB (Partido Socialista Brasileiro) aconteceu neste sábado (25/07) na Câmara de Diadema com aproximadamente 300 militantes e simpatizantes. O enfoque do debate foi a possível candidatura do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) como governador do Estado de São Paulo.“A Região muito contribuiu para o crescimento do PSB, não apenas pelo grande mandato do eterno prefeito Willian Dib, mas também por termos eleito um prefeito em Diadema bem no começo do partido”, declarou o presidente estadual do partido, o deputado federal Márcio França (PSB-SP). Durante o encontro, vereadores, simpatizantes, militantes e autoridades discutiram as ações do partido para o ano que vem, e ressaltaram a importância do apoio do ABCD. “Hoje temos 16 vereadores do PSB se somarmos toda a Região. Isso significa um número altíssimo de votos. A Região tem que ser um braço do nosso partido”, afirmou o ex-prefeito de São Bernardo, Willian Dib.Sobre a possibilidade de lançar Ciro Gomes como candidato a governador de São Paulo no ano que vem, França foi enfático: “pelo menos 80% da parte sensata do PT apoiaria nossa decisão, eu falei pessoalmente com o presidente Lula e ele recebeu muito bem a idéia”. O presidente do PSB paullista completou que as eleições no Estado de São Paulo estão parecendo um "acarajé sem tempero", "A vinda do Ciro irá colocar pimenta na receita. Temos grandes chances de ganhar, por isso os ‘tucanos’ estão com medo”, garantiu.Novidades – O encontro regional também serviu para a apresentação de uma iniciativa do Partido Socialista Brasileiro: a faculdade de Administração Pública, que será realizada virtualmente, terá duração de quatro anos e é reconhecida pelo MEC. “Muitos partidos oferecem cursos, mas nós iremos oferecer gratuitamente, a militantes e não militantes, uma faculdade de administração pública, porque queremos cuidar dos nossos políticos, cuidar para que eles sejam bons e eficazes, estamos constuindo um futuro”, explicou França.A faculdade faz parte do projeto João Mangabeira, iniciativa do partido. “Nessa faculdade, teremos os melhores professores, ensinaremos o melhor aos alunos, por exemplo, que melhor para falar sobre políticas públicas de saúde do que o Dr. Dib? E os nossos alunos terão aula com ele”, esclareceu. “E será com essa construção de bons políticos que iremos fortalecer ainda mais esse partido que conquista tanto espaço dentro do ABCD, de São Paulo e do Brasil”, finalizou.
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Caravana do PT reúne 830 participantes em Mauá
Com a maior participação popular das 17 caravanas paulistas, evento defende candidatura de Dilma A caravana do Partido dos Trabalhadores, que aconteceu neste sábado (25/07), em Mauá, contou com a presença de 830 participantes que ouviram empolgados os discursos de políticos e líderes do partido que pediram o apoio da região para a eleição de Dilma Russef para presidente do País.Com maior adesão popular das 17 caravanas já realizadas pelo PT, o encontro em Mauá surpreendeu até mesmo o prefeito Oswaldo Dias. "É uma honra receber a caravana. É uma honra contar com uma participação tão grande da população e inauguramos essa caravana com um fenômeno de público”, afirmou o prefeito.Além do prefeito da cidade e vereadores do partido, o evento contou com a presença da ex-prefeita da Capital e ex-ministra Marta Suplicy e deputados federais como Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, José Genoíno e de deputados estaduais como Donisete Braga, Ana do Carmo e Vanderlei Siraque. “Essa caravana foi altamente significativa para o Partido dos Trabalhadores, temos no ABC uma força muito grande, e é bom saber que podemos contar com ela”, avaliou o deputado federal, Genoíno.Sobre um possível apoio do Partido dos Trabalhadores ao deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE)como candidato a governador de São Paulo, Genoíno, foi enfático: “apoiarei o que o grupo decidir, mas ainda há muito a ser discutido sobre o Ciro, de qualquer forma, nossa luta agora é apoiar a Dilma, é por isso que estamos aqui”, finalizou.
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Lula propőe reunir países da América Latina com OMS para debater gripe
O presidente também falou sobre os efeitos da crise econômica mundial na regiăo, frisando que os países sul-americanos năo foram tăo afetados porque năo seguiram a cartilha das instituiçőes multilaterais e apostaram no fortalecimento do Estado .
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, nesta sexta-feira (24), a realizaçăo de uma reuniăo entre ministros da saúde latino-americanos, laboratórios farmacęuticos e a Organizaçăo Mundial da Saúde (OMS) para tratar da quebra de patentes de medicamentos e vacinas contra influenza A (H1N1) - gripe suína. A sugestăo foi feita durante a Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e dos Estados Associados, que se realiza neste momento em Assunçăo.
O encontro ocorreria em torno do dia 10 de agosto, em Quito, no Equador, paralelamente ŕ cúpula de líderes da Uniăo das Naçőes Sul-Americanas (Unasul). Na quinta-feira, ministros da saúde e de desenvolvimento social da regiăo já haviam tratado sobre o tema, que deve constar na declaraçăo final dos presidentes.
Lula também falou sobre os efeitos da crise econômica mundial na regiăo, frisando que os países sul-americanos năo foram tăo afetados porque năo seguiram a cartilha das instituiçőes multilaterais e apostaram no fortalecimento do Estado. "A măo invisível do mercado năo foi capaz de oferecer soluçőes economicamente responsáveis e socialmente justas. Foi a măo visível do Estado que começou a retirar a economia mundial da beira do abismo", discursou o presidente.
"No Brasil, por exemplo, mantivemos e fortalecemos os bancos públicos e um Estado regulador vigoroso, que impediu a repetiçăo da aventura financeira praticada nos centros do capitalismo mundial", afirmou, destacando ser necessário assegurar também os níveis de emprego e produçăo.
O presidente alertou, no entanto, que é preciso evitar a adoçăo de medidas protecionistas, que ganharam força após a crise. Em resposta ŕs críticas dos sócios menores quanto ŕs barreiras impostas ao livre-comércio na regiăo, Lula lembrou que no primeiro semestre de 2009 as importaçőes brasileiras dos demais sócios do Mercosul alcançaram o recorde de cerca de US$ 15 bilhőes.
"Nosso processo de integraçăo ainda se defronta com dificuldades, mas os críticos da integraçăo regional năo podem desconhecer certas realidades. Foi graças ao dinamismo do comércio sul-sul, e em especial do comércio intramercosul, que conseguimos atenuar o impacto decorrente da reduçăo da demanda dos países desenvolvidos", ponderou.
Na avaliaçăo de Lula, a integraçăo năo avançará se os benefícios do desenvolvimento năo forem distribuídos de forma "solidária e equilibrada" entre os sócios. "Nenhum de nossos países pode se desenvolver separado de seus vizinhos. Năo pode haver ilhas de prosperidade cercadas de mares de desigualdade", afirmou.
Do Valor OnLine
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, nesta sexta-feira (24), a realizaçăo de uma reuniăo entre ministros da saúde latino-americanos, laboratórios farmacęuticos e a Organizaçăo Mundial da Saúde (OMS) para tratar da quebra de patentes de medicamentos e vacinas contra influenza A (H1N1) - gripe suína. A sugestăo foi feita durante a Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e dos Estados Associados, que se realiza neste momento em Assunçăo.
O encontro ocorreria em torno do dia 10 de agosto, em Quito, no Equador, paralelamente ŕ cúpula de líderes da Uniăo das Naçőes Sul-Americanas (Unasul). Na quinta-feira, ministros da saúde e de desenvolvimento social da regiăo já haviam tratado sobre o tema, que deve constar na declaraçăo final dos presidentes.
Lula também falou sobre os efeitos da crise econômica mundial na regiăo, frisando que os países sul-americanos năo foram tăo afetados porque năo seguiram a cartilha das instituiçőes multilaterais e apostaram no fortalecimento do Estado. "A măo invisível do mercado năo foi capaz de oferecer soluçőes economicamente responsáveis e socialmente justas. Foi a măo visível do Estado que começou a retirar a economia mundial da beira do abismo", discursou o presidente.
"No Brasil, por exemplo, mantivemos e fortalecemos os bancos públicos e um Estado regulador vigoroso, que impediu a repetiçăo da aventura financeira praticada nos centros do capitalismo mundial", afirmou, destacando ser necessário assegurar também os níveis de emprego e produçăo.
O presidente alertou, no entanto, que é preciso evitar a adoçăo de medidas protecionistas, que ganharam força após a crise. Em resposta ŕs críticas dos sócios menores quanto ŕs barreiras impostas ao livre-comércio na regiăo, Lula lembrou que no primeiro semestre de 2009 as importaçőes brasileiras dos demais sócios do Mercosul alcançaram o recorde de cerca de US$ 15 bilhőes.
"Nosso processo de integraçăo ainda se defronta com dificuldades, mas os críticos da integraçăo regional năo podem desconhecer certas realidades. Foi graças ao dinamismo do comércio sul-sul, e em especial do comércio intramercosul, que conseguimos atenuar o impacto decorrente da reduçăo da demanda dos países desenvolvidos", ponderou.
Na avaliaçăo de Lula, a integraçăo năo avançará se os benefícios do desenvolvimento năo forem distribuídos de forma "solidária e equilibrada" entre os sócios. "Nenhum de nossos países pode se desenvolver separado de seus vizinhos. Năo pode haver ilhas de prosperidade cercadas de mares de desigualdade", afirmou.
Do Valor OnLine
Estatuto da Igualdade Racial em debate
A ediçăo do Roda de Conversa desta sexta-feira abordará o assunto com a presença de diversos convidados.
O evento começa as 18h, na Sede do Sindicato O Estatuto da Igualdade Racial será debatido da 3ª Roda de Conversa que acontece nesta sexta-feira (24), a partir das 18h, na Sede do Sindicato.
Participarăo do encontro a ex-vereadora Elzinha, de Ribeirăo Pires; os deputados federais Vicentinho (PT-SP) e Luiz Alberto (PT-BA), da Comissăo dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal; Carlos Moura, assessor especial da Secretaria Especial de Promoçăo de Políticas de Igualdade Racial (Seppir).
O Estatuto da Igualdade Racial é importante porque orienta os governos a desenvolverem políticas públicas de igualdade racial e prevę a criaçăo de cotas nas universidades, nos partidos políticos, no serviço público e em empresas privadas.
“Queremos saber porque o Estatuto ainda năo foi aprovado e como os sindicatos podem ajudar para acelerar sua votaçăo”, disse Cláudio Teixeira, o Zuza, coordenador da Comissăo de Políticas de Igualdade Racial do Sindicato.
Da Redaçăo
O evento começa as 18h, na Sede do Sindicato O Estatuto da Igualdade Racial será debatido da 3ª Roda de Conversa que acontece nesta sexta-feira (24), a partir das 18h, na Sede do Sindicato.
Participarăo do encontro a ex-vereadora Elzinha, de Ribeirăo Pires; os deputados federais Vicentinho (PT-SP) e Luiz Alberto (PT-BA), da Comissăo dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal; Carlos Moura, assessor especial da Secretaria Especial de Promoçăo de Políticas de Igualdade Racial (Seppir).
O Estatuto da Igualdade Racial é importante porque orienta os governos a desenvolverem políticas públicas de igualdade racial e prevę a criaçăo de cotas nas universidades, nos partidos políticos, no serviço público e em empresas privadas.
“Queremos saber porque o Estatuto ainda năo foi aprovado e como os sindicatos podem ajudar para acelerar sua votaçăo”, disse Cláudio Teixeira, o Zuza, coordenador da Comissăo de Políticas de Igualdade Racial do Sindicato.
Da Redaçăo
Assunção: Cúpula do Mercosul deve condenar golpe de Estado em Honduras
O combate à gripe suína e o golpe de Estado em Honduras dominarão a agenda da 37ª edição da Cúpula do Mercosul, que teve início nesta quinta-feira (24) e termina amanhã, em Assunção, no Paraguai, com a participação de sete presidentes americanos, entre eles Luiz Inácio Lula da Silva.
"A situação sanitária na região, marcada por fatos pontuais que merecem máxima atenção, estará na agenda do encontro. Haverá duas declarações sobre o assunto", disse o presidente do Paraguai, anfitrião do encontro, Fernando Lugo.
Lugo também indicou que haverá uma declaração sobre a crise hondurenha, com apoio ao retorno do presidente deposto Manuel Zelaya a seu cargo.
A chamada "Cúpula social do Mercosul", que está sendo preparada por universitários, agremiações, trabalhadores, camponeses e indígenas partidários do governo de Lugo, anunciou uma manifestação de apoio a Zelaya durante o encontro dos presidentes do bloco.
No encontro de Assunção participam os presidentes de Brasil, Argentina (Cristina Kirchner), Uruguai (Tabaré Vázquez), Chile (Michelle Bachelet), Bolívia (Evo Morales). Rafael Correa, do Equador, cancelou sua participação, e Hugo Chávez ainda não confirmou presença.
Na reunião, eles discutirão a entrada em vigor em 2010 das moedas próprias para transações comerciais entre todos os membros plenos do bloco, já vigente entre Brasil e Argentina.
Os quatro sócios plenos (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) avançarão em um sistema de distribuição da renda aduaneira, antes da eliminação da dupla cobrança da tarifa externa comum (TEC).
Os presidentes aprovarão o aumento dos chamados fundos de convergência do Mercosul e sua redistribuição não somente para obras de infraestrutura (estradas, pontes), mas a integração da produção.
http://www.pt.org.br
"A situação sanitária na região, marcada por fatos pontuais que merecem máxima atenção, estará na agenda do encontro. Haverá duas declarações sobre o assunto", disse o presidente do Paraguai, anfitrião do encontro, Fernando Lugo.
Lugo também indicou que haverá uma declaração sobre a crise hondurenha, com apoio ao retorno do presidente deposto Manuel Zelaya a seu cargo.
A chamada "Cúpula social do Mercosul", que está sendo preparada por universitários, agremiações, trabalhadores, camponeses e indígenas partidários do governo de Lugo, anunciou uma manifestação de apoio a Zelaya durante o encontro dos presidentes do bloco.
No encontro de Assunção participam os presidentes de Brasil, Argentina (Cristina Kirchner), Uruguai (Tabaré Vázquez), Chile (Michelle Bachelet), Bolívia (Evo Morales). Rafael Correa, do Equador, cancelou sua participação, e Hugo Chávez ainda não confirmou presença.
Na reunião, eles discutirão a entrada em vigor em 2010 das moedas próprias para transações comerciais entre todos os membros plenos do bloco, já vigente entre Brasil e Argentina.
Os quatro sócios plenos (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) avançarão em um sistema de distribuição da renda aduaneira, antes da eliminação da dupla cobrança da tarifa externa comum (TEC).
Os presidentes aprovarão o aumento dos chamados fundos de convergência do Mercosul e sua redistribuição não somente para obras de infraestrutura (estradas, pontes), mas a integração da produção.
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